sábado, 16 de março de 2013

NUDEZ


Há uma nudez 
que assombra… 
e, no ópio dos meus olhos,... 
há castanhos delírios, 
insanos desejos 
ocultos na retina… 

Há a nudez 
que fulmina! 
Tinge de vermelho o meu peito 
e circula exultante no fluxo do sangue… 

Há a nudez que ilumina… 
quando chegas, dissolvem-se as trevas.
Os sonhos tecem luz! 


Albino Santos 

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